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Thumbs Up!
Postado em Thumbs Up! em 14/02/2011 por Fabio ZaganinOlá amigos!
Semanalmente publicarei aqui em meu site na categoria/link THUMBS UP!, aulas de Contrabaixo na faixa!!
Divulgarei a atualização com uma nova aula, através de e-mail e em tags nas minhas páginas nas redes sociais;
MySpace, ReverNation, iLike, Last.fm, Twitter e Facebook.
Estas aulas fazem parte do material didático divulgado em inúmeros meios de comunicação.
Espero que tenham um bom proveito e Thumbs Up!
QUER SE APROFUNDAR NAS AULAS DE CONTRABAIXO?
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Tap The Rock
Postado em Thumbs Up! em 01/05/2007 por Fabio ZaganinEstudo inédito (4 de 4) não publicado junto aos três estudos anteriores, originalmente enviados para revista Cover Baixo 57 [01/05/07].
Complemento da entrevista com o título original “Sólido como uma Rocha” conduzida por Marcus Reis.
Aqui, você encontra o texto original, sem edições ou manipulações!
Tap The Rock
Tap The Rock é um estudo dando ênfase ao Two Hands dentro do Rock formado por 20 compassos mais repetição completa da forma. Composto na tonalidade de A maior pela cadência I, IV, I, V, este estudo tem a característica da linha de baixo composta basicamente por colcheias, semínimas e algumas variações, mantendo a levada do estilo consistente e sólida.
Lembrando a importância da análise harmônica (função e formação dos acordes), notamos a variação com tríades, tétrades, e tetracordes usuais dentro do estilo. A pesquisa dos intervalos na linha do baixo e a formação dos acordes, é indispensável para o entendimento e construção das suas próprias linhas com Two Hands.
Mais uma vez, assim como no Tap The Blues, note a sugestão de digitações para os dedos da mão esquerda e direita (esta com os números dentro do círculo). Inicie devagar o estudo, principalmente para compreender a rítmica dos compassos 9 a 12 e os quatro últimos compassos.
Estude primeiro cada uma das linhas e depois passe a trabalhar compasso por compasso até 102 bpms. Trabalhe com o metrônomo ou bateria eletrônica.
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Tap The Blues
Postado em Thumbs Up! em 01/05/2007 por Fabio ZaganinEstudo (3 de 4) publicado originalmente na revista Cover Baixo 57 [01/05/07].
Complemento da entrevista com o título original “Sólido como uma Rocha” conduzida por Marcus Reis.
Aqui, você encontra o texto original, sem edições ou manipulações!
Tap The Blues
Neste estudo a técnica de Two Hands será aplicada no Blues através de uma linha de baixo construída com um walking bass tradicional e acordes. Note que estamos trabalhando em um Blues tradicional de 12 compassos, fast change, no tom de D maior, com acordes dominantes (T, 3, 5 e 7).
Este tema pode ser interpretado na velocidade de 102 bpms e ter a repetição inicial de ser tocado duas vezes, multiplicada ao seu gosto. Encontramos basicamente três acordes: D7, G7 e A7, formando a cadência I, IV e V dentro Blues.
Analisando a linha de baixo encontramos por exemplo nos quatro primeiros compassos a seguinte análise: D7 (T, 3, 5 e nota cromática), G7 (T, 3, 4 e nota cromática), D7 (T, 3, 5 e 6), (T, 7, 6 e 5). Continue a análise nos outros oito compassos e entenda a construção da linha do baixo que será tocada com a mão esquerda. A harmonia será aplicada através da mão direita com bi-cordes, ou seja neste caso, acordes com duas notas da formação geral da tétrade indicada. Estes acordes tem o sinal de 8va e uma linha indicando que os mesmos durante o tema inteiro serão tocados oitava acima do que estão grafados no pentagrama.
A sugestão dos acordes e da linha do baixo estão indicados na tablatura, assim como a digitação indicada com números para a mão esquerda e números dentro de um círculo para mão direita. Analise a formação dos acordes e trabalhe primeiro em andamentos lentos com uma das mãos.
Seu próximo passo é trabalhar com a outra mão individualmente. Após ter certeza de conseguir tocar cada linha por vez, inicie a aplicação conjunta dos acordes e linha do baixo compasso por compasso. Interprete as figuras de semínima e semibreve adequadamente.
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Slap The Rock
Postado em Thumbs Up! em 01/05/2007 por Fabio ZaganinEstudo (2 de 4) publicado originalmente na revista Cover Baixo 57 [01/05/07].
Complemento da entrevista com o título original “Sólido como uma Rocha” conduzida por Marcus Reis.
Aqui, você encontra o texto original, sem edições ou manipulações!
Slap The Rock
Desenvolveremos o tema dentro do Rock com Slap através de uma composição em duas partes. O tema será composto de parte “A” (duas vezes) no tom de D Maior e modulando para Ab Maior na parte “B” tocada apenas uma vez. Note que ao final da parte “B”, pede-se para retornar (DC ao Fine) à parte “A” apenas uma vez para a conclusão do tema (Fine).
As duas partes deste estudo estão desenvolvidas a partir da cadência I, V/VI, IV, IVm. Não se esqueça dos acidentes de cada tonalidade e os bequadros ocorrentes, verifique a armadura de clave. Outro fator importante para o “respiro” e “swing” da linha é respeitar a velocidade de 102 bpms, aconselho o uso do metrônomo, a programação de um rítmico com bateria eletrônica ou tocar com sua banda, sendo esta a melhor opção.
Neste estudo estaremos aplicando o Thumb (T), Pluck (P), Hammer On (H), Pull Off (PO), Dead Note (x), assim como o ornamento de Vibrato, para maior interpretação à linha. Você pode desenvolver outras articulações como os Bends e Slides. Na parte “A” teremos um padrão definido nos três primeiros compassos tendo sempre no quarto compasso de cada linha uma “resposta” a estes. Note a digitação sugerida na tablatura ou pesquise uma ao seu gosto.
Esta linha foi composta dando ênfase à nota D durante toda a progressão, sendo assim, quando chegarmos ao terceiro e quarto compassos encontraremos os acorde de G com a quinta no baixo. Na parte “B” do tema você encontra a alternância entre Thumb e Pluck, sendo que no primeiro e terceiro compassos, sua linha trabalha com um contraponto melódico (note as nota com o Pluck), já nos compassos dois e quatro este contraponto estará se desenvolvendo nos baixos com o Thumb. Analise os intervalos da linha em relação aos acordes e desenvolva as suas próprias. É muito importante que você desenvolva este estudo vagarosamente para não criar vícios, digitações erradas e esquecer alguma nota.
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Slap The Blues
Postado em Thumbs Up! em 01/05/2007 por Fabio ZaganinEstudo (1 de 4) publicado originalmente na revista Cover Baixo 57 [01/05/07].
Complemento da entrevista com o título original “Sólido como uma Rocha” conduzida por Marcus Reis.
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Slap The Blues
Slap The Blues está dividido em parte A e B. Iniciaremos com a parte A sendo repetido duas vezes no tom de Bb Maior através da cadência I, IV e V modulando na parte B para o tom de E maior, sendo tocada apenas uma vez com a mesma seqüência harmônica.
Os acidentes são ocorrentes e a forma do estudo pede para voltar ao A mais uma vez e terminar. No início está indicada a velocidade de 102 bpms e existe também a indicação das figuras de colcheia sendo interpretadas como tercinas (as duas primeiras com ligadura de valor), este é o chamado Shuffle Feel, uma das levadas mais usadas no Blues. Tenha certeza da correta interpretação desta figura, na dúvida procure um professor.
Note que na parte B do temas a linha está escrita com colcheias, porém será interpretada como Shuffle Feel. Na parte A encontramos a linha de baixo padronizada ritmicamente com tercinas, melodicamente com os intervalos de sétimas, tônicas, quartas, quintas, terças e blue notes.
Tecnicamente o uso freqüente de Thumb (T), Pluck (P) e Hammer Ons (H), se perpetuando por todo o estudo. Já na parte B, as colcheias devem ser bem enfatizadas com o shuffle feel enquanto teremos notas pedal sendo mantidas através do Pluck ao mesmo tempo em que o Thumb desenvolve um Walking Bass perante o acorde. Note e analise a escolha dos intervalos com notas pertencentes ao acorde e aproximações cromáticas.
Um bom exemplo disto está no primeiro e segundo compassos da parte B, onde o walking se desenvolve através dos intervalos de tônica, quinta, sétima e nota cromática para iniciar o segundo compasso com tônica, sétima, quinta e nota cromática para o terceiro compasso onde este tipo de idéia continua se desenvolvendo. É importante notar que cada estilo pede uma determinada abordagem e que em muitas vezes menos é mais.
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Contrabaixo Blues Essencial – Resumo
Postado em Thumbs Up! em 14/11/2003 por Fabio ZaganinResumo para workshop de lançamento do vídeo aula Contrabaixo Blues Essencial – Volume 1, lançando em 2003 pela aprenda Música.
Workshop realizada em 14 de Novembro de 2003 no IB&T/EM&T.
Para maiores informações e pedidos:
Wild “Right Hand” Horse – Fase I & II
Postado em Thumbs Up! em 01/05/1995 por Fabio ZaganinWild “Right Hand” Horse – Fase I & II
Fabio Zaganin
[Matéria originalmente escrita para uma publicação americana.]
Well, from time to time I keep coming across students with some kind of fingering problem, not exactly with hammers and pull, left hand and so on, but with one of the most basic studies of fingering : The right hand.
Sometimes the difference between the two ands agility does differ a lot when applied to exercises, studies, recordings, performances, etc. , and it goes off the deep end screwing up your work at the most crucial times. Thinking it over I found for some exercises using only the open strings, in order to workout the agility of your right hand and also to aim for a reasonable “rhythmical answer” in any situation at all.
Fase I: In this fase we’ll be having four exercises combining open strings (E, A, D, G) and rhythmical figures (whole note, 8 notes, triples e 16 notes).
In exercise number 1 we’re going to use the pizzicato i (index finger) and m (middle finger) in the open string G. In the exercise number 2 we shall start with middle finger followed by the index finger in the open string D. In the exercise number 3 we’re going to use the pizzicato three fingers with the combination i, m, a (ring finger) in the open string A and in exercise number 4 we’ll have the combination a, m, i, m (you can also apply with: m, i, m, a and m, a, m, i).
Fase II: Here we’re still going to use the combinations, open strings and rhythmical figures but we must stipulate such combinations, as follows: E = whole note, A = 8 notes, D = triples and G = 16 notes. Sure you can see others combinations if you’d like to (we’ll find out three more).
In exercise number 5 we shall have every possible combination between the strings, having as basic note the open string e with the pizzicato i and m. The same goes to exercise number 6, start with the open string A and pizzicato i, m, a, m and a, m, i, m. In exercise number 7 with the open string D and pizzicato m, a, m, i and m, i, m, a. Finally in exercise number 8 start with the open string G and pizzicato a, m, i, m and i, m, a, m.
Combination, mathematic, aerobic? Ok, you might get your point but if you know the value of each rhythmical figure and dedicate some time to it, these are good exercises for you to break in the wild horse of your right hand. Have no hurry and work all the measures. Don’t ever forget to use the metronome, ever!!!
Beat sugestions:
warmin’up = 40 bpm, exercise = 60 bpm and velocity = 90 bpm.
Study till you die (or almost) and see ya !!! FZ
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