Arquivo para janeiro, 2010

Fabio Zaganin – Rumble Fish

Posted in FZ RUMBLE FISH on 29/01/2010 by Fabio Zaganin

Sessão #02

Hoje gravamos guias de baixo de 4 temas, pesquisamos timbres e arranjos.Estou feliz com o resultado e ancioso.

Usei basicamente meu N.Zaganin Amanaîé 6 cordas. Lindos timbres e cheguei ao resultado que desejava!!

Kiko Muller, Michel Leme, Fabio Zaganin & Paulo Zinner

Posted in SANGUE on 28/01/2010 by Fabio Zaganin

Novo Projeto, Nova Banda!!

Depois de algum tempo tentando acertar as agendas, conseguimos dar o início a um novo projeto. Eu e os amigos Kiko Muller (Golpe de Estado/Tomate Inglês), Michel Leme (everybody!!!) e Paulo Zinner (Golpe de Estado/Rita Lee), iniciamos uma nova banda – ainda sem nome – e pretendemos gravar um cd autoral ainda este ano. para darmos início e aquecer, faremos alguns shows tocando clássicos do anos 60 e 70. Em breve novidades e datas na agenda.

Fabio Zaganin – Rumble Fish

Posted in FZ RUMBLE FISH on 22/01/2010 by Fabio Zaganin

Sessão #01

Iniciei as gravações do meu primeiro cd no estúdio CakeWalking com o grande amigo Edu Gomes.

Hoje iniciamos a pré com a gravação do metrônomo e bateria eletrônica guia.

Baixista.com.br – Entrevista com FZ

Posted in Entrevistas on 15/01/2010 by Fabio Zaganin

Entrevistado por Jota Oliveira

Janeiro de 2010

B: Vamos falar um pouco do passado, para depois voltarmos ao presente. Você, mês passado fez seu último show no trio do André Cristovam?

FZ: Sim, chegamos ao fim de mais um ciclo. Participei do trabalho do André em 3 fases distintas, somando, chegamos a 10 anos de parceria com centenas de shows, 3 cds, inúmeros especias de TV e projetos que ainda serão lançados além de muitas histórias. Decidi partir para uma nova fase, não é uma questão de troca, mas senti a necessidade de dar prioridade para inúmeros projetos que tenho. Continuo admirando o trabalho do André e sabemos que podemos contar um com o outro.

B: Todos esses anos com o Blues Man devem ter sido de muito aprendizado. Com certeza você vai levar essa bagagem musical para o resto de sua vida?

FZ: Sem dúvidas. Além de um vasto repertório nas mais variáveis vertentes do Blues, continuamos o aprendizado da estrada, do bussiness, do respeito com o próximo, do erro e do acerto e tudo mais. Isso faz parte de qualquer trabalho, as lições estão lá para serem notadas, musicais ou não, depende de cada um percebê-las e tirar proveito positivo.

B: Agora falando sobre essa nova fase da vida, nos fale sobre esse novo projeto ao lado de Mário Fabre e Edu Gomes.

FZ: O ZFG MOB é um trio construído da admiração pessoal e musical que temos entre nós moldado durante os anos de convívio e inúmeras situações musicais. Eu e o Mário sempre conversamos sobre fazer alguns projetos, ele veio com a idéia do projeto e juntou as peças. Tenho grande orgulho deste trabalho e muito carinho por cada momento. 2006 iniciamos as conversas, 2007 ensaiamos e começamos a pré-produção, 2008 gravamos o cd e lançamos em 2009. A repercução tem sido positiva com o público e a crítica. Pretendemos dar sequência. No momento estamos mantendo os ensaios, apresentações e a divulgação do nosso primeiro cd, Canastra.

B: Como ocorreu a produção do cd, onde gravaram, quem fez a produção e etc?

FZ: Gravamos no Cakewalking Studio (www.myspace.com/cakewalkingstudio) em São Paulo. O primeiro passo foi o repertório. Não queriamos músicas infindáveis com incansáveis improvisos. Cada um trouxe para os ensaios quarto músicas. Todos ficamos livres para criar e opinar tendo a visão do compositor como base. Ensaiamos e gravamos uma música de cada vez para a pré-produção. O segundo passo foi gravar todos ao vivo. Valendo os takes da bateria, mantivemos alguns takes do baixo e da guitarra, gravamos e fizemos dobras do restante com calma em busca dos timbres e efeitos. A concepção e produção foi do trio. Nas gravações tivemos a parceria e talento de Daniel “Lanchinho” Rodrigues e a astúcia e conhecimento de Edu Gomes.

B: Eu particularmente ainda não escutei o cd na íntegra, mas já escutei muitos comentários positivos. Isso para vocês deve ser ao mesmo tempo prazeroso e intimidador pois em breve devem estar levando o show para a estrada. Vocês já estão pensando nas apresentações?

FZ: Sem dúvidas estamos muito felizes com a repercução. Além da execução, estamos expondo nosso lado de compositor e produtor. Particularmente estou feliz por chegar muito próximo do que acredito sobre conceito e função do baixo de acordo com o meu gosto, ideologia e vivência. Quanto as apresentações, acho que é a sequência natural. Tivemos o show de lançamento e uma apresentação no programa Edu Letti na TV Cia da Música. Vamos em frente!

B: Você pode nos dar um pequeno relato sobre o equipamento que você usou nas gravações?

FZ: Usei 2 N.Zaganin Amanaîé FZ Model de 6 cordas, um com trastes e outro fretless com cordas D’addario EXL 220 (0.32, 0.50, 0.70, 0.90, 110 e 130), pedaleira Zoom B2.1u para efeitos e simuladores indo direto para o softwear/mesa. Na mix adicionamos alguns outros simuladores, efeitos e compressores – créditos e agradecimentos ao Edu Gomes.

B: Como você trabalhou o timbre do seu baixo? Em alguns momentos ele está bem na linha de frente da mixagem!

FZ: Foi muito prazeroso trabalhar com os meus baixos usando configurações de acordo com as combinações entre os captadores que sempre acreditei. Meio album foi gravado com o fretted e meio com fretless coincidentemente. Quanto aos efeitos, usei chorus, reverb, delay, octaver, fuzz, phaser e auto wha, de acordo com a composição. A mix foi um trabalho minucioso e longo. Tentamos manter os três instrumentos sempre em evidência. Isso acaba causando espanto, pois conseguimos ouvir o baixo. Em inúmeras mixagens os baixistas são colocados em um poço sem fundo, acabam sendo engolidos por frequências próximas, volumes de outros instrumentos e egos. Destaco o bom senso, incentivo e maturidade do time.

B: Você poderia descrever qual foi a abordagem para cada tema do cd Canastra?

FZ: Busquei ao máximo ser espontâneo, tentando captar o que a música necessitava e o que seria natural para reproduzir ao vivo. Para cada tema usei referências de baixistas que admiro. Fiz questão de usar no album inteiro apenas a técnica de pizzicato, não queria construir linhas calçadas em outras técnicas e mascarrar grooves e melodias. Vamos lá:

Faixa 01: Drama [Fabio Zaganin] – A linha de baixo deste tema, é praticamente inteiro em semicolcheias. Escrevi pensando na dramaticidade do dia a dia, gosto de temas fortes e diretos. A música está em Em e gostei muito da sessão dos três solos; guitarra, baixo e bateria, onde todos dão o recado rapidamente. Durante a música inteira utilizei chorus com o captador agudo e no final dobro o baixo com fuzz, phaser e delay.

Faixa 02: Casca [Mario Fabre] – Um dos meus temas preferidos do cd. Um 6/8 rápido e matador do Mário que deu para suar a camisa. Resistência e linheariadade foram os meus objetivos. Usei os dois captadores abertos, mais nada. Tema que sempre estudo, tem um alto grau de dificuldade rítmica e técnica.

Faixa 03: Ventura [Edu Gomes] – Outro dos meus favoritos. Tema incrível do Edu que me remete a King Crimson. Riff fortíssimo na introdução e gosto muito do baixo abrindo a melodia com o fuzz a mil. Gosto também do contraste e a abertura da texitura quando se inicia o tema e o baixo vai para o groove o mais grave possível. Mais uma vez usei apenas o dois captadores abertos.

Faixa 04: Atmã [Fabio Zaganin] – Escrevi a partir de uma melodia que não me saia da cabeça como um mantra. Atmã significa sopro vital na cultura hindú. Quis trabalhar um arranjo diferente, a guitarra manteve a base como um sequencer enquanto o baixo abre a melodia com o fuzz e o groove frenético da bateria mantém a tensão. Mais uma vez aparece um grande contraste na parte B com baixo indo para o groove com octaver e a guitarra para o tema. Assim como em Drama tenho espaço para um solo. Prefiro solos ou improvisos diretos, não muito longos. Neste, tive 16 compassos para contar a história.

Faixa 05: Maxixe Blues [Mario Fabre] – Abordei este tema de acordo com o estilo e acentuações da bateria. Grooves e swing matador do Mário! Trabalhei com semicolcheias e intenção funk na parte B e solo. Usei o captador agudo e tonalidade para chegar ao timbre.

Faixa 06: Spectrum [Edu Gomes] – Outro dos meus favoritos. Respondo a bela melodia inicial do Edu com o fretless em double-stops. Tenho espaço para solo e tentei buscar melodias e no crescendo final velocidade com os double-stops. Usei o fretless apenas com o captador grave, timbre forte e marcante.

Faixa 07: Pantaloon [Fabio Zaganin] – Escrevi este tema aos 15 anos. Créditos ao Mario pela idéia de dobra do tempo na parte B, deu movimento e vida a composição. Gravei o fretless com o captador grave e tonalidade.

Faixa 08: Cactus Shuffle [Mario Fabre] – Blues Rock sessentista com pegadinha rítmica! Pensei em manter uma linha bem concistente e sólida. Na sessão do solo, o baixo aparece com saturação (créditos ao Edu). Usei o baixo fretted com o captador da frente.

Faixa 09: Caminhando [Edu Gomes] – Lindo tema, uma da minhas linhas de baixo preferidas do cd. Tema bem emotivo onde tento sitar toda harmonia na linha do baixo. Usei o fretless com o captador agudo, chorus e reverb.

Faixa 10: Mandrake [Fabio Zaganin] – Tema conduzido pelo fretless com auto wha, delay e reverb. Solo incrível do Edu, feeling e melodia, meu favorito! Composição em Dm, blues com pegadinhas harmônicas. Compus esta a mais de uma década. Armadilhas amorosas e como se safar, longas histórias…

Faixa 11: Brisa [Mario Fabre] – A balada! Se prestar atenção, existem 3 baixos nesta música. Dois fretless ao mesmo tempo! Sem querer a sonoridae ficou muito interessante e deixamos os dois takes. Existe um terceiro baixo com trastes e chorus dedilhando a harmonia bem no fundo.

Faixa 12: Despedida [Edu Gomes] – Neste tema final, minha intensão foi a leveza. Dei ênfase aos ornamentos para ser o mais expressível possível.  Mais uma vez usei o fretless com o captador agudo, chorus e reverb.

B: Fábio, você tem (na minha opinião) o  curso de música mais didático do mercado. Nunca pensou em colocar isso nas lojas?

FZ: Sim, estou estudando uma maneira de viabilizar… porém por experiências anteriores, pela falta de seriedade do mercado, a pirataria e falta de critério de quem faz o download não pago, não vejo por enquanto, a possibilidade de lançar algo. Tenho material pronto para ser editado e lançado. Tenho convites para isso. Mas não dá para competir com o que já é distribuído e copiado ilegalmente. Caso você coloque um video-aula ou um método a venda, em pouco tempo ele já estará disponível para download sem a autorização do autor. Não dá para competir e o investimento é muito alto. Vamos ver…

B: Mudando um pouco de assunto, você tem outros planos para 2010?

FZ: Manter o caminho traçado para o ZFG MOB, continuo com as aulas personalizadas no meu programa Estudos de Contrabaixo, aulas FZ online no meu site e aulas no IB&T.  Comecei a gravação do meu cd agora em Janeiro.

avalie esta entrevista votando no site:

http://www.baixista.com.br

IB&T Custom com Fabio Zaganin

Posted in IB&T on 09/01/2010 by Fabio Zaganin

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Fabio Zaganin – Rumble Fish

Posted in FZ RUMBLE FISH on 01/01/2010 by Fabio Zaganin

Gravação primeiro cd solo!

Inicio este ano a gravação do meu primeiro cd solo. O nome já está definido Rumble Fish. Selecionei inúmeras composições feitas aos anos e 10 serão incluídas no álbum, mais um bônus. Este trabalho será gravado no formato de power trio com dois grande amigos e músicos. Em breve adicionarei maiores informações, fique ligado!!

Posted in Projetos on 01/01/2010 by Fabio Zaganin