Archive for the Entrevistas Category

Entrevista no Venegas Music TV

Posted in Entrevistas on 30/06/2012 by Fabio Zaganin

Entrevista para revista Bass Player Brasil

Posted in Entrevistas, FZ RUMBLE FISH on 02/02/2012 by Fabio Zaganin

Fui entrevistado por Camila Dourado para

a edição número 5 [Fevereiro 2012] da revista Bass Player Brasil.

Falo sobre minha carreira, RUMBLE FISH – meu primeiro trabalho solo,

o trio ZFG MOB, a banda SANGUE e muito mais…

http://www.bassplayerbrasil.com.br/?area=materia&colid=6&matid=125

Entrevista para o blog Baixo Natural

Posted in Entrevistas on 28/11/2011 by Fabio Zaganin

Entrevista sobre a minha carreira e sobre o lançamento do meu primeiro cd solo: Rumble Fish.

http://baixonatural.blogspot.com/2011/11/rumble-uma-entrevista-exclusiva-com.html

FZ no Blog Mundo do Grave

Posted in Entrevistas, Reviews on 16/12/2010 by Fabio Zaganin

Entrevista e Review

Confira a entrevista para o Blog Mundo do Grave conduzida por Jota Jota + Review do novo método: Workshop Contrabaixo e a coluna sobre Grandes Instrumentos com a ficha completa.

Entrevista:

http://mundodograve.blogspot.com/search?q=Fabio+Zaganin

Review:

http://mundodograve.blogspot.com/2010_10_31_archive.html

Grandes Instrumentos:

http://mundodograve.blogspot.com/2010/12/grandes-instrumentos.html

 

por JJ

 

01. Melhor disco de todos os tempos? Pq?

 

Led Zeppelin – House Of The Holy.

Na verdade admiro todos os trabalhos do Zeppelin, difícil escolher um. Porém para representar minha escolha, este álbum mostra tudo, grandes composições, repertório eclético, ótima produção de Jimmy Page e a capa antológica além da abordagem musical incrível de todos os integrantes com belos solos, grooves e melodias. Mr. John Paul Jones presenteia a todos com linhas e grooves inigualáveis. The Song Remains The Same, The Rain Song, Dancing Days, D’yer Mak’er, No Quarter… praticamente uma coletânea!! Este trabalho não sai do meu toca discos ha 25 anos!!! 5 estrelas.

 

02. Pior disco de todos os tempos ? Pq?

 

Aerosmith – Done With Mirros.

Pergunta difícil…. Done With Mirros do Aerosmith com produção de Ted Tepleman, é um trabalho sem expressão mas admito que tenho. Produção, arranjos e capa fracos. Músicas e linhas de baixo pouco inspiradas. Porém é um disco único, você ouve e reconhece a banda. Resultado muito difícil de chegar e captar em fonogramas. Ouça e tire suas conclusões… 1 estrela.

 

03. Disco favorito da semana? Pq?

 

King Crimson – The Power To Believe.

Desde de sua volta em meados dos anos 90, o King Crimson passou por uma fase de experimentações com muitas combinações em sua formação, criando inúmeros projetos paralelos e ótimos álbuns. Produzido pela banda, The Power To Believe conta com Trey Gunn executando divinamente seu Warr guitar com e sem trastes. Linda produção, músicas, improvisos e arranjos, além da bela arte baseada nas pinturas da artista PJ Crook. Eyes Wide Open, Facts Of Life e Happy With What You Have To Be Happy With se tornaram obrigatórias no setlist. Cuidado! Gosto adquirido. Ouço sem parar há anos! 5 estrelas.

 

04. Disco que adora mas tem vergonha de admitir?

 

Poison – Native Tongue.

Quando conheci este cd o comprei. Native Tongue produzido por Richie Zito, é o único álbum que conta com Richie Kotzen na guitarra e voz. Sua influência é visível nas composições, arranjos e amadurecimento da banda. Além da boa produção, o trabalho conta com belíssimas músicas como Stand e Fire & Ice. Nada de tirar o fôlego. Um bom disco Hard Pop. 2 ½  estrelas.

 

Entrevista com Muller, Leme, Zaganin & Zinner

Posted in Entrevistas, SANGUE on 25/05/2010 by Fabio Zaganin

Entrevista Território da Música

Confira a entrevista exclusiva para o Território da Música.

A banda fala sobre o projeto, nome e próximos passos.

Assita em: http://www.youtube.com/watch?v=mHEikzwbWYk

Baixista.com.br – Entrevista com FZ

Posted in Entrevistas on 15/01/2010 by Fabio Zaganin

Entrevistado por Jota Oliveira

Janeiro de 2010

B: Vamos falar um pouco do passado, para depois voltarmos ao presente. Você, mês passado fez seu último show no trio do André Cristovam?

FZ: Sim, chegamos ao fim de mais um ciclo. Participei do trabalho do André em 3 fases distintas, somando, chegamos a 10 anos de parceria com centenas de shows, 3 cds, inúmeros especias de TV e projetos que ainda serão lançados além de muitas histórias. Decidi partir para uma nova fase, não é uma questão de troca, mas senti a necessidade de dar prioridade para inúmeros projetos que tenho. Continuo admirando o trabalho do André e sabemos que podemos contar um com o outro.

B: Todos esses anos com o Blues Man devem ter sido de muito aprendizado. Com certeza você vai levar essa bagagem musical para o resto de sua vida?

FZ: Sem dúvidas. Além de um vasto repertório nas mais variáveis vertentes do Blues, continuamos o aprendizado da estrada, do bussiness, do respeito com o próximo, do erro e do acerto e tudo mais. Isso faz parte de qualquer trabalho, as lições estão lá para serem notadas, musicais ou não, depende de cada um percebê-las e tirar proveito positivo.

B: Agora falando sobre essa nova fase da vida, nos fale sobre esse novo projeto ao lado de Mário Fabre e Edu Gomes.

FZ: O ZFG MOB é um trio construído da admiração pessoal e musical que temos entre nós moldado durante os anos de convívio e inúmeras situações musicais. Eu e o Mário sempre conversamos sobre fazer alguns projetos, ele veio com a idéia do projeto e juntou as peças. Tenho grande orgulho deste trabalho e muito carinho por cada momento. 2006 iniciamos as conversas, 2007 ensaiamos e começamos a pré-produção, 2008 gravamos o cd e lançamos em 2009. A repercução tem sido positiva com o público e a crítica. Pretendemos dar sequência. No momento estamos mantendo os ensaios, apresentações e a divulgação do nosso primeiro cd, Canastra.

B: Como ocorreu a produção do cd, onde gravaram, quem fez a produção e etc?

FZ: Gravamos no Cakewalking Studio (www.myspace.com/cakewalkingstudio) em São Paulo. O primeiro passo foi o repertório. Não queriamos músicas infindáveis com incansáveis improvisos. Cada um trouxe para os ensaios quarto músicas. Todos ficamos livres para criar e opinar tendo a visão do compositor como base. Ensaiamos e gravamos uma música de cada vez para a pré-produção. O segundo passo foi gravar todos ao vivo. Valendo os takes da bateria, mantivemos alguns takes do baixo e da guitarra, gravamos e fizemos dobras do restante com calma em busca dos timbres e efeitos. A concepção e produção foi do trio. Nas gravações tivemos a parceria e talento de Daniel “Lanchinho” Rodrigues e a astúcia e conhecimento de Edu Gomes.

B: Eu particularmente ainda não escutei o cd na íntegra, mas já escutei muitos comentários positivos. Isso para vocês deve ser ao mesmo tempo prazeroso e intimidador pois em breve devem estar levando o show para a estrada. Vocês já estão pensando nas apresentações?

FZ: Sem dúvidas estamos muito felizes com a repercução. Além da execução, estamos expondo nosso lado de compositor e produtor. Particularmente estou feliz por chegar muito próximo do que acredito sobre conceito e função do baixo de acordo com o meu gosto, ideologia e vivência. Quanto as apresentações, acho que é a sequência natural. Tivemos o show de lançamento e uma apresentação no programa Edu Letti na TV Cia da Música. Vamos em frente!

B: Você pode nos dar um pequeno relato sobre o equipamento que você usou nas gravações?

FZ: Usei 2 N.Zaganin Amanaîé FZ Model de 6 cordas, um com trastes e outro fretless com cordas D’addario EXL 220 (0.32, 0.50, 0.70, 0.90, 110 e 130), pedaleira Zoom B2.1u para efeitos e simuladores indo direto para o softwear/mesa. Na mix adicionamos alguns outros simuladores, efeitos e compressores – créditos e agradecimentos ao Edu Gomes.

B: Como você trabalhou o timbre do seu baixo? Em alguns momentos ele está bem na linha de frente da mixagem!

FZ: Foi muito prazeroso trabalhar com os meus baixos usando configurações de acordo com as combinações entre os captadores que sempre acreditei. Meio album foi gravado com o fretted e meio com fretless coincidentemente. Quanto aos efeitos, usei chorus, reverb, delay, octaver, fuzz, phaser e auto wha, de acordo com a composição. A mix foi um trabalho minucioso e longo. Tentamos manter os três instrumentos sempre em evidência. Isso acaba causando espanto, pois conseguimos ouvir o baixo. Em inúmeras mixagens os baixistas são colocados em um poço sem fundo, acabam sendo engolidos por frequências próximas, volumes de outros instrumentos e egos. Destaco o bom senso, incentivo e maturidade do time.

B: Você poderia descrever qual foi a abordagem para cada tema do cd Canastra?

FZ: Busquei ao máximo ser espontâneo, tentando captar o que a música necessitava e o que seria natural para reproduzir ao vivo. Para cada tema usei referências de baixistas que admiro. Fiz questão de usar no album inteiro apenas a técnica de pizzicato, não queria construir linhas calçadas em outras técnicas e mascarrar grooves e melodias. Vamos lá:

Faixa 01: Drama [Fabio Zaganin] – A linha de baixo deste tema, é praticamente inteiro em semicolcheias. Escrevi pensando na dramaticidade do dia a dia, gosto de temas fortes e diretos. A música está em Em e gostei muito da sessão dos três solos; guitarra, baixo e bateria, onde todos dão o recado rapidamente. Durante a música inteira utilizei chorus com o captador agudo e no final dobro o baixo com fuzz, phaser e delay.

Faixa 02: Casca [Mario Fabre] – Um dos meus temas preferidos do cd. Um 6/8 rápido e matador do Mário que deu para suar a camisa. Resistência e linheariadade foram os meus objetivos. Usei os dois captadores abertos, mais nada. Tema que sempre estudo, tem um alto grau de dificuldade rítmica e técnica.

Faixa 03: Ventura [Edu Gomes] – Outro dos meus favoritos. Tema incrível do Edu que me remete a King Crimson. Riff fortíssimo na introdução e gosto muito do baixo abrindo a melodia com o fuzz a mil. Gosto também do contraste e a abertura da texitura quando se inicia o tema e o baixo vai para o groove o mais grave possível. Mais uma vez usei apenas o dois captadores abertos.

Faixa 04: Atmã [Fabio Zaganin] – Escrevi a partir de uma melodia que não me saia da cabeça como um mantra. Atmã significa sopro vital na cultura hindú. Quis trabalhar um arranjo diferente, a guitarra manteve a base como um sequencer enquanto o baixo abre a melodia com o fuzz e o groove frenético da bateria mantém a tensão. Mais uma vez aparece um grande contraste na parte B com baixo indo para o groove com octaver e a guitarra para o tema. Assim como em Drama tenho espaço para um solo. Prefiro solos ou improvisos diretos, não muito longos. Neste, tive 16 compassos para contar a história.

Faixa 05: Maxixe Blues [Mario Fabre] – Abordei este tema de acordo com o estilo e acentuações da bateria. Grooves e swing matador do Mário! Trabalhei com semicolcheias e intenção funk na parte B e solo. Usei o captador agudo e tonalidade para chegar ao timbre.

Faixa 06: Spectrum [Edu Gomes] – Outro dos meus favoritos. Respondo a bela melodia inicial do Edu com o fretless em double-stops. Tenho espaço para solo e tentei buscar melodias e no crescendo final velocidade com os double-stops. Usei o fretless apenas com o captador grave, timbre forte e marcante.

Faixa 07: Pantaloon [Fabio Zaganin] – Escrevi este tema aos 15 anos. Créditos ao Mario pela idéia de dobra do tempo na parte B, deu movimento e vida a composição. Gravei o fretless com o captador grave e tonalidade.

Faixa 08: Cactus Shuffle [Mario Fabre] – Blues Rock sessentista com pegadinha rítmica! Pensei em manter uma linha bem concistente e sólida. Na sessão do solo, o baixo aparece com saturação (créditos ao Edu). Usei o baixo fretted com o captador da frente.

Faixa 09: Caminhando [Edu Gomes] – Lindo tema, uma da minhas linhas de baixo preferidas do cd. Tema bem emotivo onde tento sitar toda harmonia na linha do baixo. Usei o fretless com o captador agudo, chorus e reverb.

Faixa 10: Mandrake [Fabio Zaganin] – Tema conduzido pelo fretless com auto wha, delay e reverb. Solo incrível do Edu, feeling e melodia, meu favorito! Composição em Dm, blues com pegadinhas harmônicas. Compus esta a mais de uma década. Armadilhas amorosas e como se safar, longas histórias…

Faixa 11: Brisa [Mario Fabre] – A balada! Se prestar atenção, existem 3 baixos nesta música. Dois fretless ao mesmo tempo! Sem querer a sonoridae ficou muito interessante e deixamos os dois takes. Existe um terceiro baixo com trastes e chorus dedilhando a harmonia bem no fundo.

Faixa 12: Despedida [Edu Gomes] – Neste tema final, minha intensão foi a leveza. Dei ênfase aos ornamentos para ser o mais expressível possível.  Mais uma vez usei o fretless com o captador agudo, chorus e reverb.

B: Fábio, você tem (na minha opinião) o  curso de música mais didático do mercado. Nunca pensou em colocar isso nas lojas?

FZ: Sim, estou estudando uma maneira de viabilizar… porém por experiências anteriores, pela falta de seriedade do mercado, a pirataria e falta de critério de quem faz o download não pago, não vejo por enquanto, a possibilidade de lançar algo. Tenho material pronto para ser editado e lançado. Tenho convites para isso. Mas não dá para competir com o que já é distribuído e copiado ilegalmente. Caso você coloque um video-aula ou um método a venda, em pouco tempo ele já estará disponível para download sem a autorização do autor. Não dá para competir e o investimento é muito alto. Vamos ver…

B: Mudando um pouco de assunto, você tem outros planos para 2010?

FZ: Manter o caminho traçado para o ZFG MOB, continuo com as aulas personalizadas no meu programa Estudos de Contrabaixo, aulas FZ online no meu site e aulas no IB&T.  Comecei a gravação do meu cd agora em Janeiro.

avalie esta entrevista votando no site:

http://www.baixista.com.br

Baixista.com.br – Entrevista com FZ

Posted in Entrevistas on 24/12/2008 by Fabio Zaganin

Por Jota Oliveira

24 de Dezembro de 2008
Fabio Zaganin
B: Na sua opinião o quê mudou no universo do contrabaixo nos últimos 20 anos?

FZ: Sem dúvidas a tecnologia trouxe mudanças significativas ao instrumento e para a música em geral. Da Internet aos novos equipamentos, temos novidades a cada momento. Como um efeito dominó, a tecnologia atingiu também a maneira de fazer e se pensar em música. Hoje, o baixo e o baixista dispõem de total controle da sua situação, e se colocam definitivamente em qualquer posição, seja acompanhando ou trabalhando como instrumento líder ou solo. Do outro lado da moeda, estas mudanças também se dão no comportamento do instrumentista, que muitas vezes valoriza apenas a tecnologia, esquece de fazer música, da troca cultural e do respeito com outros músicos. Espiritualmente acho que existe um esquecimento ainda maior, com valores ainda não notados, por novos músicos ou indivíduos.

B: Quem ou o quê foi o responsável por essa mudança?

FZ: Acho que como um todo, o mundo procura a evolução. Porém a única que parece existir é a evolução material/tecnológica. Talvez esta seja uma das maiores mudanças que estamos passando nos últimos tempos, acredito que teremos outra(s), com revidicações em outros âmbitos.

B: O músico brasileiro teve sua dose de contribuição?

FZ: Creio que sim, com a Internet encurtando as distâncias, fica cada vez mais claro o que cada povo ou indivíduo está buscando neste momento. Pesquisas mostram o relacionamento e desejo de praticamente toda a sociedade e isso com certeza traz mudanças. O brasileiro tem sua parcela na opinião e hoje é cada vez mais ouvida.

B: Aproveitando, me fale de suas referências musicais, quem mais te motivou na carreira?

FZ: Minha motivação vem principalmente do amor pela música. Para mim se reflete no ato final da composição. Tenho um amor incrível pelo meu instrumento e isso também determina minhas decisões. Musicalmente minhas referências são diversas, de inúmeros estilos e músicos, porém me deixo afetar também por outras áreas, como a arte, pensamentos, espiritualidade e o meio em que vivo.

B: Hoje em dia a concorrência está bem grande, a cada dia que passa, mais e mais baixistas aparecem “comendo” o instrumento. Além de estudar muito existe outra receita para se sobressair no mercado?

FZ: Não tenho receitas, apenas olho para traz e me sinto feliz por todos trabalhos que fiz, isso me mostra seguramente o que tenho de fazer no agora. Sempre faço o que acredito. Estudar, trabalhar, se atualizar e se dedicar são requisitos para qualquer profissão. Não penso em concorrência ou competição, talvez a vontade de se “sobressair no mercado” ofusque o que você realmente é, acredite ou procure.

B: Com toda a correria do dia-a-dia, shows, ensaios, gravações compromissos com patrocinadores… Dá tempo de ter uma rotina de estudos?

FZ: Realmente é difícil, porém procuro fazer a manutenção de estudos e repertórios sempre que possível. Não quero abraçar o mundo, apenas fazer o que sei da melhor maneira.

B: Você trabalha também como side man, o artista “no geral” dá o devido valor ao músico contratado?

FZ: Acho que você é tratado da forma que merece. Já tive o privilégio de trabalhar com inúmeros artistas e músicos e sempre fui tratado com devido respeito e valor. A posição que você se coloca, conta muito para maneira de como você é visto. É importante você saber qual é a sua posição dentro de cada trabalho, qual a sua função e manter clara a sua conduta. Sem rodeios…

B: Para os músicos iniciantes qual seria um bom conselho para ser um bom side man?

FZ: Não me considero um side man 100% ou conhecedor exímio do assunto, porém acho que algumas atitudes servem para todas as situações. Conheça a sua função dentro do trabalho. Seja o que você tem de ser. Ser profissional está na atitude, não no papel. Se dedique ao máximo ao que faz e respeite as pessoas.

B: E a indústria da música dá valor ao músico?

FZ: Se partirmos do ponto que todos tem um lugar ao sol… não! O problema é não poder, ao menos, mostrar no que você acredita. Acho que mesmo assim, sempre tivemos heróis pelo fato de conseguirem este espaço. Hoje acho mais fácil você mostrar ao mundo quem é, e o que pensa. Infelizmente, esta facilidade também nos traz inúmeros indesejáveis.

B: Fale dos seus planos e projetos para 2009.

FZ: Continuo meu trabalho com bluesman André Christovam (www.andréchristovam.com), recentemente tive a honra de ser convidado para fazer parte do trio do guitarrista Faíska (www.faiska.com.br) . No primeiro semestre teremos o lançamento do cd do trio instrumental ZFG MOB (www.myspace.com/zfgmob) , ao lado dos amigos Mario Fabre e Edu Gomes. Leciono em meu programa de aulas personalizadas “Estudos de Contrabaixo”, dou aulas online através do meu site www.fabiozaganin.com e sou instrutor do IB&T e da Oficina de Música de Curitiba (janeiro 2009). Tenho plano para um novo método e início da gravação do meu projeto solo.

B: Agora de bate pronto. Quatro, cinco ou seis cordas?

FZ: Todos… com trastes e sem…..

B: Para finalizar eu digo um nome e você me diz uma palavra: Sizão Machado:

FZ: Groove.

B: Marcus Miller:

FZ: Melodia.

B: Arismar do Espírito Santo:

FZ: Intuição.

B: Alain Caron:

FZ: Disciplina.

B: JacoPastorius:

FZ: Criador.

B: Fabio Zaganin:

FZ: Aprendiz.

B: Um recado final para o baixista.com.br?

FZ: “Informação não é Conhecimento, Conhecimento não é Sabedoria, Sabedoria não é Verdade, Verdade não é Beleza, Beleza não é Amor, Amor não é Música, Música é o Melhor. – Frank Zappa